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O Programa Pastoral Diocesano para este ano convida-nos a descobrir, na Eucaristia, o alimento para a nossa esperança. Num triénio de aprofundamento dos sacramentos de Iniciação Cristã, esperamos que esta proposta de caminhada quaresmal fortaleça as nossas comunidades, como lugares de esperança!


Reconhecemos que não é fácil falar em esperança, comunidade e caminho, quando a pandemia nos confina, cansa e separa uns dos outros… Numa perspetiva de fé, estes sentimentos não andam muito distantes daqueles que o Povo de Israel viveu durante o seu caminho para a terra prometida (Êxodo). A Quaresma é um caminho para Jesus ressuscitado, período (tempo) de penitência e conversão que visa fazer-nos ressurgir com Cristo renovando a nossa identidade batismal, isto é, renascer «do alto», do amor de Deus. Eis porque a Quaresma é, pela sua natureza, tempo de esperança.


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Para nos ajudar a fazer este caminho, vamos contar com o exemplo de S. José, dando, assim, resposta ao convite do Papa Francisco para celebrar este ano S. José (cfr. Carta Apostólica Patris Corde). Uma oportunidade para, através dele, caminharmos mais de perto com todas as famílias (2020, quinto aniversário da Exortação Apostólica Amoris Laetitia).

Concretamente, esta proposta diocesana parte de 4 verbos/atitudes (formar, rezar, celebrar e viver) para que (os) batizados, de todas as idades, pessoal ou comunitariamente, possam viver a Páscoa, como encontro com Jesus Ressuscitado, o alimento da nossa esperança: Jesus vai ficar em tua casa!

Para isso, apresentamos um itinerário semanal concretizado num «Diário de bordo». O que é isto? A partir de uma passagem bíblica e com o exemplo de S. José, responderás ao convite: como podes cuidar da tua vida, partilhar a fé (família, amigos, Igreja) e permitir que Jesus não fique apenas na tua vida, mas também chegue aos outros.

A Vigararia da Pastoral

 

Bispos defendem fiscalização da constitucionalidade do novo diploma, «por ofender o princípio da inviolabilidade da vida humana»


A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou no dia 29 de Janeiro, “tristeza e indignação” perante a legalização da eutanásia e suicídio assistido, aprovada após votação final global na Assembleia da República.

A nota da CEP considera um “contrassenso legalizar a morte provocada” no contexto da crise provocada pela Covid-19, “recusando as lições que esta pandemia tem dado sobre o valor precioso da vida humana, que a comunidade em geral e nomeadamente os profissionais de saúde tentam salvar de modo sobre-humano”.

Os bispos consideram que a lei aprovada poderá ainda ser sujeita a fiscalização da constitucionalidade, “por ofender o princípio da inviolabilidade da vida humana”.

“Não podemos aceitar que a morte provocada seja resposta à doença e ao sofrimento. Aceitar que o seja é desistir de combater e aliviar o sofrimento e veicular a ideia errada de que a vida marcada pela doença e pelo sofrimento deixa de merecer proteção e se torna um peso para o próprio, para os que o rodeiam, para os serviços de saúde e para a sociedade no seu todo”, observa a CEP.


 

Pandemia impediu os festejos

Dadas as atuais circunstâncias da pandemia, este ano não foi possível realizar-se a habitual Festa do Padroeiro, com as cerimónias religiosas e a tarde de convívio, à qual as gentes de Mangualde já estavam habituadas.




Contudo, o dia de São Julião foi recordado em oração no dia 10 de janeiro, Dia do Batismo do Senhor, na Eucaristia das 9h00 e das 11h00.

O Rev. Pe. Paulo destacou a vida do Santo, salientando que: “A luz de Cristo esteja hospedada dentro do coração de cada um, à imagem de São Julião e de Santa Basilissa”. Pediu-lhe que junto do Senhor interceda por todos e que no próximo ano possamos ter a Festa a que temos direito.

 
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Paróquia de Mangualde - 2026

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