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Natal na Paróquia de Mangualde

É tempo de convívio e de partilha. Após dois anos de pandemia, que levaram a tantas restrições, este ano já foi possível juntar familiares e amigos e dar aquele abraço apertado, com os cuidados que cada um sabe que deve ter.

Nas Igrejas, muitos foram os cristãos que marcaram presença nas cerimónias festivas de Natal e Primeiro de Janeiro.

Na Paróquia de Mangualde a comunidade fez-se presente, agradecendo a Deus por mais este momento em união.

No dia 24 de dezembro realizou-se a Missa do Galo às 23h00 e no dia 25 houve celebração eucarística às 9h00 e às 11h00.

A Missa do Galo foi um encontro de família. Uma família alargada onde, felizmente, muitas crianças se fizeram ouvir na sua natural turbulência, tornando Jesus Menino ainda mais próximo. O Pe. Paulo tocou todas as pessoas presentes com as suas palavras de júbilo pelo nascimento de Deus Menino e pela mensagem que Este trouxe à humanidade. Ouviram-se cânticos e as orações partilhadas que tornaram esta celebração muito especial. A Missa do galo recentrou os pensamentos, as emoções e os comportamentos na essência do Natal e permitiu a cada um dos presentes, à sua maneira, sentir-se parte integrante de uma comunidade que é também uma grande família.

Na homilia do dia de Natal, o Pe. João Martins lembrou o acontecimento que estávamos a viver, que marcou e continua a marcar a história da humanidade “…o acontecimento pelo qual Deus veio até nós não pertence ao passado. Não é mais um aniversário que se repete. É um acontecimento que se renova em cada pessoa, que veio a este mundo criada à imagem e semelhança de Deus e por isso capaz de amar e digna de ser amada e ser abraçada pelo seu amor…”

Neste dia despertou os cristãos com o testemunho de uma professora, publicado numa revista, que encontrou quando preparava a sua homília.

Tais palavras não deixaram os presentes indiferentes para “o poder do mal invadindo o mundo, sobretudo com a dor angustiante de tantas crianças de hoje, de ontem, já esquecidas ou nunca por alguém lembradas, inocentes, apenas acariciadas pelo olhar doce, terno, velado, do Menino de Belém.”

Lembrou a grande Luz que é Jesus Cristo e que todos devemos levar ao nosso irmão.



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