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Após um interregno devido à pandemia, o Serviço Nacional de Acólitos levou a cabo nos dias 27, 28 e 29 de janeiro de 2023 o Encontro Nacional de Formadores de Acólitos na Diocese de Viseu.

Estiveram presentes cerca de 30 acólitos formadores de várias Dioceses do nosso País, nomeadamente de Braga, Porto, Coimbra, Viseu, Guarda, Lisboa, Lamego, Évora e Diocese das Forças Armadas e de Segurança.

Ao longo dos três dias foram vários os momentos em que se refletiu e se trabalhou o tema ‘Acólito, que pressa te move?’. Estes foram marcados com reflexões, momentos de oração, trabalhos de grupo, visita cultural…

“A partir de análise da vida de jovens do século XXI e que se tornaram modelos de santidade, e do conhecimento do Missal Romano, os Formadores levaram para as suas comunidades formas de trabalho e análise de como a santidade do cristão tem como meta e fonte a Eucaristia”, referiu o Padre Luís Leal, Diretor do SNA.

Viseu foi a Diocese anfitriã deste Encontro, que contou com a presença do Bispo Diocesano, D. António Luciano, que presidiu à Eucaristia na Catedral, seguindo-se de uma visita guiada à mesma e ao Museu de Arte Sacra, sob a orientação da Dra. Fátima Eusébio, Responsável pelo Departamento dos Bens Culturais da Diocese de Viseu.

O Departamento de Pastoral Litúrgica foi corresponsável deste Encontro, tendo dinamizado um momento teórico e prático sobre a nova edição do Missal Romano.

O Serviço Diocesano de Acólitos de Viseu sublinha a importância deste Encontro, tendo participado pela primeira vez com Acólitos de Viseu, olhando para esta iniciativa como forma de valorização do Ministério do Acolitado, tendo este condições para ser uma referência no serviço ao altar e uma aposta de todas as Comunidades Paroquiais. O SDAV sublinha assim as palavras do episcopado português em nota pastoral: “o acolitado não é um mero serviço funcional, mas um ministério que abrange crianças, jovens e adultos, rapazes e raparigas, que devem ser pastoralmente acompanhados para riqueza e edificação, não apenas dos próprios, mas de toda a comunidade.”


Pedro Miguel Teixeira

Responsável Diocesano dos Acólitos

 

Mais uma vez a tradição cumpriu-se nos dias 14 e 15 de janeiro. Os festejos em honra de São Julião, Padroeiro da Paróquia de Mangualde e da Cidade, retomaram a sua realização depois de dois anos de interregno, devido à pandemia Covid-19.

O Pe. Paulo Domingues desafiou este ano as Comissões de Culto da Paróquia de Mangualde, para que no domingo, se associassem à procissão do Patrono São Julião, com a presença dos andores com os oragos de cada localidade e assim aconteceu.

Foi a primeira vez que a cidade de Mangualde recebeu os diversos andores vindos de: Almeidinha, Ançada, Canedo, Cubos, Darei, Pinheiro, Roda, Santa Luzia, Santo Amaro e Santo André, e que revestiu de maior solenidade esta manifestação pública de fé, muito agradando a todos os que nela se incorporaram ou preencheram as ruas da cidade a assistirem.

Do programa constou no dia 14 de janeiro, Missa na Igreja Matriz de São Julião às 18h00, celebrada pelo Rev. Pe. Paulo Domingues e concelebrada pelo Pe. Nuno Azevedo. A celebração foi solenizada pela Companhia das Guias de Mangualde.



Terminada a celebração, saiu a procissão de velas com o andor de São Julião para a Capela da Senhora do Desterro, que contou com a presença dos Escuteiros, Guias, FNA e de muitos fiéis.



No domingo, dia 15, a Fanfarra dos B.V.M anunciava o dia festivo. Pelas 10 h00, as diversas localidades reuniram-se, com os seus andores, no Largo da Câmara e em cortejo com a presença dos Movimentos, entidades civis e militares, e inúmeros fiéis, percorreram em oração e recolhimento espiritual, o centro da cidade, em direção à Casa do Povo, Largo do Rossio, Av. da Liberdade e Complexo Paroquial. Às 11H00, houve a celebração de missa solene em honra do Padroeiro.

















Nestes dois dias, o Pe. Paulo, nas homílias proferidas salientou o momento importante que se estava a viver na comunidade. “Hoje podemos honrar dignamente o nosso orago. É com todo o gosto, amor e carinho que aqui estamos, neste dia de Sol, reunidos para celebrarmos dignamente o nosso Patrono São Julião…”




Destacou a vida de São Julião e de sua esposa Basilissa. “Um casal que apesar de terem uma posição elevada, viviam na sua humildade. Usaram o poder que tinham para servir e não para se imporem… Segundo a história, albergaram mais de mil pessoas doentes, Basilissa cuidava das mulheres e Julião dos homens. Sendo um modelo para os cristãos.”

No domingo, os cânticos foram solenizados pelo Grupo Coral da Paróquia de Mangualde, que deu a entrada com o Hino ao Padroeiro:

São Julião.

“A Ti rezamos para nos encaminhar…”



E em verdadeiro espírito de família os cristãos animados por celebrarem tão grande patrono rezaram e cantaram, louvando a Deus.

Os casais que celebraram este ano 1, 10,15,20,25,50 ou mais anos de casados receberam a bênção e renovaram os votos na sua caminhada matrimonial.


Da parte da tarde, cumpriu-se a tradição do convívio, iniciado em 10 de janeiro de 1982, com a realização do Sarau de São Julião.

A apresentação do espetáculo esteve a cargo do Pe. Paulo Domingues e da D. Augusta Marcelino (Membro da Direção do Complexo Paroquial).

Pelo palco passou: O Grupo da Universidade Sénior; Grupos Corais da Paróquia: São Julião e Clave Jovem; Acólitos “Pinguins”, David Almeida, Grupo Canedense, Raquel e Carlos e para finalizar o Luís Neves.










Os Grupos presentearem o público com peças de teatro, cantares, música, anedotas, entre outras coisas, proporcionando uma excelente e animada tarde de convívio.

A tarde terminou com todos a uma só voz entoando o Hino da JMJ (Jornada Mundial da Juventude) 2023 e com a partilha das janeiras, que bem satisfizeram os apetites com tais iguarias apresentadas.



O Pe. Paulo agradeceu a presença e o contributo de todos, pois só assim é possível honrar verdadeiramente o nosso padroeiro São Julião.

Ficaram os votos de que para o ano os festejos continuem com a envolvência de toda a família Paroquial.


 


Como manda a tradição no dia de Reis e seguintes é hábito o cantar das janeiras, porta a porta, uma tradição que vem dos nossos antepassados e que tem passado de geração em geração.



As crianças do Jardim de Infância do Complexo Paroquial de Mangualde, depois de 2 anos privados desta tradição devido à pandemia da Covid-19, sairam do seu “Castelo levando as suas coroas”, dando as Boas Festas aos Senhores e Senhoras desta casa, no dia 6.

A primeira porta que bateram foi à da Residência Paroquial, sendo acolhidas pelo Pe. Paulo que lhes deu as tradicionais janeiras de que eles tanto gostam, chocolates. Seguiram-se os diversos setores da instituição, secretaria, pastelaria, etc. e aqui as janeiras também não faltaram.




Nos dias 9, 10 e 11 foi a vez de presentearem outras instituições, nomeadamente a Junta de Freguesia, a Câmara Municipal, a GNR e os Bombeiros.

Mais uma vez estas instituições receberam com agrado estas crianças e agradeceram à boa maneira beirã, com as desejadas janeiras que, neste casos, foram guloseimas ou pequenas lembranças.

Com esta iniciativa o Jardim de Infância do Complexo paroquial pretende contribuir para que a tradição do cantar de janeiras vá passando de geração em geração. Mantém-se, assim, uma tradição que os nossos antepassados nos legaram.

As crianças agradecem a forma como foram recebidas e desejam a todas e todos “Bom Ano”.

 
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