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Celebrada com a presença de fiéis cumprindo as regras



Face à situação da pandemia que o país se encontra, este ano já foi possível a participação dos fiéis nas cerimónias Pascais.


Recorde-se que no ano de 2020 os cristãos estiveram impedidos de viver estas celebrações em assembleia. Este ano aqueles que o desejaram já o fizeram presencialmente nos templos (não havendo as tradicionais procissões ou outras manifestações públicas que marcavam estes dias) cumprindo as regras estipuladas.

O dia 28 de março, Dia de Ramos, marcou o início da Semana Santa, no qual se recordou a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, aclamado pelo seu povo.

O povo de maneira ordeira e organizada tomou o seu lugar em muitas Igrejas para ouvir a palavra de Deus. Em alguns locais foi celebrada mais de que uma missa para que não se verificassem os habituais ajuntamentos de outros tempos.

Em Mangualde houve Eucaristia no sábado às 18h00 e no domingo às 9h00 e as 11h00.

O Rev. Pe. Paulo referiu que estávamos a celebrar um dia festivo, dia em que iniciamos a Semana Santa, que nos ajuda a compreender o sentido da vida. Apesar de este ano as celebrações se realizam dentro de outros moldes, tínhamos que dar graças a Deus por as podermos realizar.

Procedeu à Bênção dos Ramos dentro da Igreja Paroquial, pedindo aos fiéis que nos seus lugares erguessem os ramos.





O Evangelho da Paixão do Senhor, um momento enternecedor para a fé do povo, contou com a participação dos jovens e do Rev. Pe. Paulo.

Na homilia o Pe. Paulo chamou atenção para a ingratidão daquele povo para com Deus. Despertando-nos para a nossa vida em que, por vezes, crucificamo-Lo não fisicamente, mas espiritualmente.

Apelou para que os fieis participem nas cerimónias, cumprindo as regras.



 

Cristo vive, anuncia-O!



1. “Procurais a Jesus de Nazaré, o Crucificado? Ressuscitou: não está aqui” (Mc 16,6). A boca do Anjo diz-nos, no Evangelho da noite Pascal, esta Boa-Nova. Este anúncio que convida a voltarmos o nosso olhar para o alto, para a Cruz, não como um sinal de desespero e de desilusão, mas como sinal de acolhimento deste ato de Amor, ímpar e inédito, que vê mais longe e que nos conduz à Verdadeira Vida.


2. Jesus Cristo é Ressuscitado pelo Pai com a força do Espírito Santo. Ele é o Senhor (Kyrios), o Escathon, que introduz na história a vida definitiva, a vida eterna, que pela Fé nos conduz à participação no bem da vida divina. Esta vida e este bem, salvífico, foram iniciados no dia do nosso Batismo e culminam neste ato de Amor, morte na cruz e Ressurreição na manhã de Páscoa, onde toda a história é renovada e o ser humano se torna parte filial da vida em Deus.


3. Em liberdade e amor, somos chamados a aproximarmo-nos do Senhor, para que d’Ele nos alimentemos. A nossa humanidade é frágil, débil e coloca-nos amarras que assolam a nossa vida: o nosso medo, egoísmo, culpas, e por fim, a nossa morte. Se temos consciência “desde sempre” destas realidades, no último ano, em que vivemos, deixamos de ter somente consciência e passamos a experienciar na primeira pessoa tudo isto, com a Pandemia que enfrentamos, mas que não terá a última palavra, somos chamados à Esperança (Rm 8,24). Quanto mais desejarmos beber da “fonte de água que dá a vida eterna” (Jo 4,14) mais fortalecidos e configurados ficaremos com o Senhor da Vida e da Paz (cf. Jo 20, 19-31).


4. Deste modo, vivermos e testemunharmos o Ressuscitado implica fazê-lo no nosso dia a dia, tanto pela oração pessoal e comunitária como também pelo nosso testemunho de vida na família, na escola e no trabalho, ou seja, em sociedade. Neste ano, dedicado a São José (pelos 150 anos da declaração como Padroeiro Universal da Igreja) podemos aprender dele que “ter fé em Deus inclui também acreditar que Ele pode intervir inclusive através dos nossos medos, das nossas fragilidades, da nossa fraqueza” (Francisco, Patris Corde, nº 2, p. 17).


5. Cristo vive, anuncia-O! Que sejamos testemunhas não dos soldados incrédulos nem de um sepulcro vazio de sentido, mas sim do Ressuscitado que nos faz arder o coração nos caminhos da vida (cf. Lc 24, 13-35). Que Maria, na alegria do Ressuscitado, nos anime e ajude a sermos bons discípulos do seu Divino Filho.


Padre Paulo Domingues


 


Nestes dias de confinamento e de recolhimento, somos chamados a manifestar a nossa Fé no Senhor Ressuscitado. Todos nós, membros da nossa comunidade, somos convidados a participar, até ao Domingo de Ramos (inclusive), nesta dinâmica e momento paroquial. Deste modo, somos desafiados a:


1 - Fazermos um momento de oração! Em casa, em família ou individualmente! As crianças podem fazer um desenho ou um pequeno trabalho que simbolize para elas a Páscoa! Os adultos podem escrever uma prece, uma oração, um agradecimento.



2 - Na Igreja estão disponíveis 3 cruzes em madeira (foto em anexo). As cruzes mais pequenas são para os trabalhos das crianças/adolescentes e a cruz maior é para os adultos, no caso da Paróquia de Mangualde. Na Paróquia da Cunha e Mesquitela teremos uma cruz, apensa. (trazer um pionés ou outro material para afixar os trabalhos nas cruzes)


Os horários serão os seguintes:


2.1. Paróquia de Cunha Baixa:


2.1.1. Igreja da Cunha Baixa: após as Eucaristias ou ao domingo à tarde das 15:00 às 17:00;

2.1.2. Igreja de Abrunhosa do Mato: após as Eucaristias ou ao domingo à tarde das 15:00 às 17:00;


2.2. Paróquia de Mesquitela:


2.2.1. Igreja da Mesquitela: após as Eucaristias ou ao domingo à tarde das 15:00 às 17:00;


2.3. Paróquia de Mangualde:


2.2.1. Igreja de Mangualde: após as Eucaristias, de segunda a sexta durante o dia ou ao fim de semana da parte da manhã.


3 - Após os desenhos/trabalhos/preces/orações colocadas nas cruzes, todos os participantes devem tirar uma fotografia na moldura disponível junto às cruzes. Podem ser fotografias individuais e/ou em família. Estas fotos devem ser posteriormente enviadas para o Facebook da Paróquia de Mangualde ou para o Facebook da Unidade Inter-paroquial de Cunha Baixa e Mesquitela, via Messenger.


4 - Durante a Semana Santa iremos recolher e trabalhar as fotos enviadas e construir um vídeo que será partilhado nas redes sociais no Domingo de Páscoa.


Todas as crianças, jovens e famílias da nossa Paróquia estão convidadas a embarcar nesta aventura! Aceitam o desafio?

Juntos, na oração, na vida e na comunhão!


Padre Paulo Domingues





 
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