Grande manifestação de Fé

Procissão do Corpo de Deus

percorreu as ruas de Mangualde

No dia 16 de junho, Dia do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo realizou-se, em Mangualde, a tradicional Procissão do Corpo de Deus.

Após dois anos de limitações, impostas pela pandemia Covid-19, os fiéis voltaram com alegria a viver esta solenidade.


O Pe. Paulo fez um apelo à comunidade para participarem nesta manifestação pública de Fé e assim aconteceu.

O dia foi marcado com a celebração da Eucaristia às 11H00, na Igreja Paroquial, seguida da Adoração ao Santíssimo, que ficou exposto até à hora da Solene Procissão, 17H30.

A procissão percorreu as principais ruas da cidade e foram muitos os fiéis, que quiseram manifestar publicamente a Fé na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia.








A GNR sinalizou o trajeto, para que esta se fizesse em segurança, como aconteceu.

A Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Mangualde às 17h30 deu o alerta para o grande momento que os cristãos estavam a viver.

A procissão decorreu com grande devoção e contou com a participação de algumas Crianças/Jovens da Catequese, Catequistas, Escuteiros, Guias, Fraternidade, Apostolado da Oração, Banda Filarmónica de Lobelhe, entidades civis e militares.

Ao longo do percurso foi visível o lançamento de pétalas de flores e algumas colchas nas varandas e janelas tornando ao ato mais festivo.

Apesar das obras que se encontram a decorrer no Largo do Complexo, a procissão saiu do Largo da Misericórdia, percorreu a rua principal (até à Casa do Povo), regressando à Igreja, onde os fiéis receberam a bênção final.


Neste dia o Pe. Paulo lembrou a importância de agradecemos a Deus tudo o que Ele nos dá. Salientando que mesmo nos momentos mais alegres nunca nos esqueçamos que sozinhos nada fazemos, nada temos, nada somos, com este Amigo tudo é possível. “Hoje certamente que o Senhor está muito contente com cada um de nós, com a nossa comunidade. Hoje agradecemos a este Deus, no dia do seu Corpo e Sangue tudo o que nos deu.”


No final o Pe. Paulo agradeceu a toda a comunidade e de uma maneira particular a todos os movimentos, destacando que é nesta diversidade dos modos de servir e dos diversos talentos que todos somos chamados a ajudar e a construir esta grande família que é a Igreja.